quarta-feira, 4 de novembro de 2015

IV CONGRESSO LATINO - AMERICANO DE MUSICOTERAPIA - 2016



IV CONGRESSO LATINO - AMERICANO - 2016

Chamada Completa: http://www.clam2016.com/


Pré- Inscrição:
https://docs.google.com/forms/d/1eoUnyjuA5qcX_45bUdVyfIu2DVgVueoWNA4Dnewu83s/viewform?c=0&w=1


Convidamos profissionais, pesquisadores, estudantes de iniciação científica e participantes de Programas de Pós-Graduação Lato Sensu e Stricto Sensu para enviarem seus trabalhos.

Eixos temáticos
1.Pesquisa em Musicoterapia
2.Musicoterapia e Saúde Mental
3.Musicoterapia Comunitária / Social
4.Musicoterapia Educacional/Práticas Inclusivas / Educação Especial;
5.Musicoterapia Organizacional
6.Musicoterapia e Cognição
7.Musicoterapeutas nas Políticas Públicas
8.Musicoterapia e Neuroreabilitação
9.Musicoterapia Hospitalar
10.Formação em Musicoterapia
11.Musicoterapia na América Latina: Teoria e Prática


Instruções para Envio de Trabalho:
- Prazo para submissão de trabalhos: de 23/07 a 23/11/2015
- Análise dos trabalhos pelo corpo de pareceristas do evento: de 23/11/2015 a 23/01/2016
- Publicação no site dos resultados dos trabalhos aprovados: 01/02/2016
- Prazo final para inscrição de pelo menos um dos autores dos trabalhos aprovados: 01/03/2016
- Os trabalhos poderão ser submetidos nas modalidades: comunicação oral, pôster e oficinas/vivências.
- Todos os trabalhos serão submetidos a um corpo de pareceristas formado por pesquisadores musicoterapeutas dos diferentes países integrantes no CLAM.
- Cada trabalho poderá ter no máximo cinco autores;
- No ato da inscrição, o autor principal do trabalho deverá se responsabilizar pela digitação correta dos nomes dos co-autores, assim como do título do trabalho;
- Para a confirmação do aceite do trabalho é necessário o pagamento de inscrição de pelo menos um dos autores até o prazo estabelecido até o dia 1º de março de 2016;
- Cada trabalho apresentado terá direito a um certificado apenas com o nome dos autores e co-autores do trabalho;
- Serão aceitos no máximo a submissão de dois trabalhos por inscrição como autor principal. Em relação a co-autoria, o número de trabalho é ilimitado.

MODALIDADES
1. COMUNICAÇÕES ORAIS
Pesquisas concluídas e em andamento; relatos de experiência nos quais as conclusões sejam relevantes para o campo da Musicoterapia na temática escolhida no formato de Resumo Expandido.

2. PÔSTERES
Pesquisas em andamento (necessariamente a pesquisa precisa ter resultados parciais) ou relatos de experiência;

3. OFICINAS/ VIVÊNCIAS
O oficina deverá contemplar um dos eixos do evento com duração de no máxima 2 horas. A organização do evento disponibilizará projetor multimídia e buscará atender as solicitações dos autores (instrumentos musicais e aparelhagem de som);

4. NORMAS PARA APRESENTAÇÃO DOS TEXTOS DAS COMUNICAÇÕES ORAIS
O texto completo deverá conter os seguintes itens:
a) Título em negrito e centralizado (no máximo 15 palavras) na língua de origem; logo abaixo o título em inglês;
b) Nome do autor e co-autores completos (e por extenso);
c) Identificação da Instituição, Programa, Unidade da Federação e Agência de Fomento (se houver);
d) Indicação do eixo temático;
e) Indicação da categoria (comunicação oral, pôster, vivências). Ter de 700 a 1000 palavras (incluindo as referências bibliográficas);
h) O documento deverá ser salvo em PDF;
i) Sugestão para organização do conteúdo do trabalho: resumo, introdução, objetivos, metodologia, resultados, conclusões e referências;
j) Normas de formatação para o resumo: máximo de 150 palavras com espaço simples, contendo síntese do objeto de pesquisa, referencial teórico, metodologia, resultados e 3 palavras-chave;
k) Normas de formatação para o corpo do texto: fonte Arial; corpo 12; alinhamento justificado; espaçamento entre linhas 1,5 margens superior/inferior e esquerda/direita 3 cm;

5. NORMAS PARA APRESENTAÇÃO DOS TEXTOS DOS POSTERES
(pesquisas em andamento)

O texto completo deverá conter os seguintes itens:
a) Título em negrito e centralizado (no máximo 15 palavras); língua de origem e inglês;
b) Nome do autor e co-autores completos (e por extenso);
c) Identificação da instituição, Programa, Unidade da Federação e Agência de Fomento (se houver);
d) Indicação do eixo temático;
e) Indicação da categoria (pôster ou comunicação oral);
h) O documento deverá ser salvo em PDF.
i) Sugestão para organização do conteúdo do trabalho: resumo, introdução, objetivos, metodologia, resultados parciais, conclusões parciais e referências;
j) Normas de formatação para o resumo: máximo de 1.500 caracteres com espaço simples, contendo síntese do objeto de pesquisa, referencial teórico, metodologia, resultados e 3 palavras-chave.
k) Normas de formatação para o corpo do texto: fonte Arial; corpo 12; alinhamento justificado; espaçamento entre linhas 1,5 margens superior/inferior e esquerda/direita 3 cm.

6. NORMAS PARA PROPOSTAS DE VIVÊNCIAS/ OFICINAS
( com duração de até duas horas)

O texto da proposta deverá conter os seguintes itens:
a) Título em negrito e centralizado (no máximo 15 palavras) na língua de origem; logo abaixo o título em inglês;
b) Nome do proponente e colaboradores;
c) Indicação do eixo temático;
d) Ter de 250 a 400 palavras (incluindo as referências bibliográficas);
e) O documento deverá ser salvo em PDF;
f) Indicar o material necessário para realização da Oficina / Vivência, bem como especificidades quanto ao espeço a ser utilizado.
g) Indicar o número de pessoas que poderá participar.

Obs: Se o trabalho tiver recebido a devolutiva dos pareceristas solicitando modificações o(s) autor(es) deverá(ão) providenciar as correções necessárias e reenviá-lo no prazo estipulado pelo Comitê Científico.
Data limite para o pagamento de inscrição dos autores principais dos trabalhos será dia 01 de março de 2016. O não pagamento até essa data ocasionará na exclusão do trabalho. Aprovação de trabalho não garante inscrição no congresso.
Submeta seus trabalhos no próprio site do evento.
E-mail de contato: clambrasil2016@gmail.com

Comissão Editorial

Noemi Ansay
Alexandre Ariza Gomes de Castro
Camila Acosta Gonçalves
Gustavo Gattino
Mariana Arruda
Mark Ettenberger
Sabrina Falzarano


Revista Brasileira de Musicoterapia ( 1996 -2015)

quarta-feira, 23 de setembro de 2015

Revista Brasileira de Musicoterapia - Avaliada com B2 pela Capes







É com grande alegria que comunicamos que a Revista Brasileira de Musicoterapia foi avaliada pela Capes e sua pontuação subiu de B5 para B2. Esta avaliação é referente aos anos 2013 e 2014 e está disponível na Plataforma Sucupira.

Agradecemos aos musicoterapeutas pioneiros e a tod@s que têm participado na Comissão Editorial, pareceristas, autores, ao web designer Samuel Amorim e a UBAM pelo apoio e trabalho colaborativo.

Qualis é o conjunto de procedimentos utilizados pela Capes para estratificação da qualidade da produção intelectual dos programas de pós-graduação.

Tal processo foi concebido para atender as necessidades específicas do sistema de avaliação e é baseado nas informações fornecidas por meio do aplicativo Coleta de Dados.

Como resultado, disponibiliza uma lista com a classificação dos veículos utilizados pelos programas de pós-graduação para a divulgação da sua produção.
acesse: https://sucupira.capes.gov.br

terça-feira, 4 de agosto de 2015

XVI Fórum Paranaense de Musicoterapia




Envie seu trabalho para o amt.parana@gmail.com

Chamada de Trabalhos do CLAM BRASIL 2016

http://www.clam2016.com/






Convidamos profissionais, pesquisadores, estudantes de 

iniciação científica e participantes de Programas de Pós-

Graduação Lato Sensu e Stricto Sensu para enviarem seus 

trabalhos.


https://www.facebook.com/pages/VI-CLAM-Congresso-Latino-Americano-de-Musicoterapia-2016/1435504990089298?fref=ts

Conheça nossa página no FACEBOOK e acompanhe as notícias.




Revista Brasileira de Musicoterapia - Ano XVII – Número 18 – 2015

Confira os artigos na íntegra:

http://www.revistademusicoterapia.mus.br/revista_de_musicoterapia_18_2015.php

Revista de Musicoterapia - Ano XVII – Número 18 – 2015


EDITORIAL
Com grata satisfação que chegamos ao décimo oitavo número da Revista Brasileira de Musicoterapia. A Revista Brasileira de Musicoterapia é uma publicação semestral (versão online) da União Brasileira das Associações de Musicoterapia (UBAM), destinada à publicação científica de trabalhos originais relacionados à Musicoterapia e áreas afins: estudos teóricos/ensaios, artigos baseados em pesquisa, resenhas e entrevistas.
Inicialmente gostaríamos de destacar o notável trabalho desenvolvido pela editora geral Noemi Ansay e prestar os nossos mais sinceros agradecimentos a esta que, conduziu os trabalhos da Revista do ano de 2010 até 2014.
Conforme anunciado anteriormente, no editorial da Revista no. 17, assume os trabalhos a nova editora geral Sheila Volpi que com a mesma Comissão Editorial e de pareceristas, sustentam o compromisso de primar pela qualidade e ética dos trabalhos publicados, valorizar o campo teórico e prático da Musicoterapia e manter o respeito aos leitores e autores.
Assim, nessa edição de número 18, apresentamos sete artigos inéditos. Dois deles se apresentam no formato de revisão sistemática. O primeiro deles é de autoria de André Brandalise, intitulado “A aplicação terapêutica da música no tratamento de pessoas com implante coclear (IC): uma revisão sistemática”. Este trabalho apresenta uma síntese da literatura no que tange as intervenções terapêuticas com música com pessoas com implante coclear, que são realizadas por musicoterapeutas e por outros profissionais da saúde. O outro artigo “Música e musicoterapia com famílias: uma revisão sistemática”, das autoras Fernanda Valentin; Mayara Kelly Alves Ribeiro; Maria Inês Gandolfo Conceição; Ana Paula Gonçalves dos Santos, contribui ao apresentar os resultados do uso de atividades musicais por profissionais de saúde e intervenções musicoterapêuticas com famílias, sendo que os resultados apontam para o potencial da música enquanto recurso terapêutico com famílias.
O artigo dos autores Maria Anastácia Manzano e Gustavo Schulz Gattino, “A composição de canções como estratégia terapêutica em musicoterapia: uma revisão integrativa da literatura em língua inglesa”, apresenta-se como uma revisão integrativa que investiga o uso da composição de canções de pacientes em tratamento musicoterápico. A revisão integrativa apontou que processo terapêutico de composição de canções mostra-se como um recurso favorável dentro das técnicas de Musicoterapia.
O artigo “A dimensão de saúde no contexto da prática da musicoterapia social”, de autoria de Maeve Andrade e Rosemyriam Cunha, apresenta os resultados de uma pesquisa qualitativa, na qual intentou conhecer a percepção de profissionais envolvidos em projetos sociais e unidades da rede socioassistencial, a respeito da promoção e produção de saúde na prática da musicoterapia em seus locais de atuação.
De autoria de Michelle de Melo Ferreira , Clara Y. Ikuta, o artigo “Aplicação da versão reduzida da bateria Montreal Battery of Evaluation of Amusia (MBEA) em pacientes afásicos de expressão e disártricos”, aponta para a aplicabilidade da versão reduzida da bateria tanto a pacientes com afasia de expressão quanto a pacientes com disartria. O artigo “Protocolo de atendimento de musicoterapia improvisacional músico-centrada para crianças com autismo”, dos autores Marina Freire; Aline Moreira; Arthur Kummer, investigou a utilização do protocolo de atendimento para avaliar o desenvolvimento do processo terapêutico de crianças autistas. Este protocolo busca identificar etapas do processo musicoterapêutico, no que se refere as técnicas de detecção de Fragmentos de Tema Clínico e a construção de Temas Clínicos.
E finalmente o artigo da autora Pierangela Nota Simões, intitulado “Perfil de saúde vocal de estudantes do Curso de Bacharelado em Musicoterapia”, investigou hábitos e queixas vocais de alunos do curso de Musicoterapia durante a prática de estágio curricular. Os resultados advertem que apesar de utilizar intensamente sua voz, os alunos não realizam aquecimento vocal antes de suas práticas de estágio curricular.
Ensejamos que a socialização destes trabalhos reverberem em reflexões e na construção de conhecimentos e que estes impulsionem a elaboração de novos trabalhos.
Sheila Volpi
Editora Geral da Revista